24 de fev de 2007 13 comentários

O tempo não para

Olá meus amigos Blogueiros!
Tive meio deprimido nesses ultimos dias. Andei meio sem saco pra atualizar o blog esses dias, quando tinha saco não tinha inspiração e quando tinha inspiração o desgraçado do meu irmão. Fiquei meio desanimado porque o pessoal parece q deu uma sumida do meu blog...
Aconteceram algumas coisas nesse meio tempo, fui a um aniversário de um amigo (que sei muito bem que o que eu sinto por ele não é apenas amizade), e no carnaval não sai pra nenhuma festa.
Ainda sinto a falta do Alessandro (o principe A.) e fiquei muito mal em saber que aquele babaca me bloqueou no msn. Fiquei sabendo por um amigo em comum que ele fez isso. Talvez eu tenha ficado muito no pé dele... Admito que quando eu me interesso de verdade por alguem, eu as vezes começo a sufocar a pessoa. NÃO GOSTO DE SER ASSIM, EU NÃO QUERO SER ASSIM, mas eu não consigo evitar...
Nesse tempo eu to conversando com um carinha, o Breno. Ele sabe que eu ando pensando no Alessandro, sabe que to meio confuso, mas temos nos falado quase todo dia, conversado por telefone, e ele ta demonstrando que ta querendo me fazer esquecer do Alê. Ele mesmo chegou a propor um "namoro aberto" mas eu disse q ele q tava sendo precipitado. Apesar de ter gostado da ideia, quero que a gente se conheça, se curta, e deixe as coisas acontecerem...
No carnaval basicamente fiquei em casa. Aluguei a primeira temporada de Lost (q adoreeeeeei), sai com alguns caras (um casado, um solteiro e um casal de namorados, no sabado, domingo e segunda respectivamente) mas não sai pra festa alguma. Tava sem grana pra viajar, e pular o carnaval aqui na minha cidade não tenho a menor vontade (carnaval de rua só dá tranqueira, e nos clubes muito aborrecente). Pra não dizer q não sai nesse carnaval, na terça eu fui ao clube nadar um pouco, tomar um sol, e ver um pouco de gente...
Não vou entrar em muitos detalhes sobre o q aconteceu nesses dias... Queria falar mais sobre como me senti. Fiquei muito tempo sozinho e andei refletindo sobre o q andou acontecendo, sobre erros e acertos, vitórias e derrotas, e como o saldo deu negativo.
To tentando resgatar meu amor próprio, ainda to pensando em como, mas preciso gostar mais de mim mesmo. To querendo ser uma pessoa melhor. Mas não sei muito bem o q fazer...
"Dias sim, dias não Eu vou sobrevivendo sem um arranhão..." como diz a musica do nosso grande poeta Cazuza, o tempo não para. Daqui a exatos 1 mês e 5 dias completo 24 anos de vida.
Mas eu tenho fé que as coisas vão melhorar!
Por enquanto é isso meus amigos...
Espero que gostem das fotos!
Bjos a todos!!!

5 de fev de 2007 8 comentários

Sem inspiração...

To sem inspiração...
Vou postar um trecho de uma um filme q faz tempo q queria postar aqui...
Desculpem a falta de assunto, mas não to muito legal...
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Sei que não há como convencê-lo que isto não é um truque, mas não faz mal. Sou eu. Meu nome é Valerie. Não creio que viverei muito tempo e quero falar sobre a minha vida.
Esta é a única autobiografia que vou escrever e faço isso em papel higiênico. Nasci em Nottingham, em 1985. Não me lembro muito da infância, mas me lembro da chuva. Minha avó tinha uma fazenda e ela dizia que Deus estava na chuva.
Fui aprovada no exame para o curso secundário. Na escola, conheci minha primeira namorada, seu nome era Sarah. Foram seus pulsos. Eles eram lindos. Achei que nos amaríamos para sempre. O professor dizia que era uma fase da adolescência que superaríamos. A Sarah superou, eu não superei.
Em 2002, eu me apaixonei por uma garota chamada Christina. Naquele ano, contei aos meus pais. Não poderia ter feito isso sem a Chris segurando minha mão. Meu pai não olhou para mim, disse-me para ir embora e nunca mais voltar. Minha mãe não falou nada. Mas eu só contei a verdade a eles, isso foi egoísmo demais? Nossa integridade vale tão pouco, mas é tudo o que temos, é o mais importante em nós. Mantendo a nossa integridade somos livres.
Sempre soube o que queria da vida. Em 2005 eu estrelei meu primeiro filme, “As Dunas de Sal”. Foi o papel mais importante da minha vida, não pela carreira mas sim porque conheci a Ruth. Na primeira vez em que nos beijamos eu soube que nunca mais iria querer beijar outros lábios. Nós nos mudamos para um apartamento em Londres. Ela plantou Scarlet Carsons para mim na janela e nosso apartamento sempre cheirava a rosas. Foram os melhores anos da minha vida.
Mas a guerra nos EUA foi piorando e, no fim, chegou a Londres. Depois disso, não havia mais rosas, não para todos. O significado das palavras começou a mudar. Palavras como "colateral" e "rendição" inspiravam medo enquanto ganhavam força "Nórdica Chama" e "Artigos de Submissão". Lembro de como "diferente" virou "perigoso". Ainda não entendo porque nos odeiam tanto.
Eles levaram a Ruth enquanto ela comprava comida. Nunca chorei tanto na minha vida.Não demorou para virem me buscar.Parece estranho terminar a vida em um lugar tão horrível mas durante três anos eu tive rosas e não pedi desculpas a ninguém. Eu morrerei aqui. Cada pedaçinho do meu ser perecerá. Cada pedaçinho... menos um. O da integridade. É pequeno e frágil e é a única coisa que vale a pena ter. Nós jamais devemos perdê-lo. Nem deixar que o tomem de nós.
Espero que, quem quer que você seja, escape daqui. Espero que o mundo mude e a vida fique melhor. Mas o que eu mais quero é que entenda a minha mensagem quando falo que mesmo sem conhecer você e mesmo que talvez jamais conheça você, ria com você, chore com você, ou beije você... eu amo você. De todo o coração... eu amo você.
Valerie"

Extraido do filme V de Vingança. Adorei esse filme. Refleti o filme inteiro, e no momento to precisando refletir um pouco mais.
 
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